domingo, 25 de novembro de 2007

Introdução


Este portfolio é referente à disciplina Estágio de Vivência Docente ( 6 EST 301), ministrado pelo professora Doutora Rosely Sampaio Archela para nos alunos do terceiro ano do curso de Geografia da Universidade estadual de Londrina.

Com o avanço da tecnologia nos últimos tempos o processo de ensino-aprendizagem está tendo que se adequar com essa mudança interagindo o aluno com o mundo digital.

A proposta de utilizar a tecnologia no ensino é bem interessante porque além de organizar nossos trabalhos estamos aprendendo a utilizar um novo recurso didático que nós, futuros professores, vamos poder utilizar na sala de aula.

Conclusão.


A utilização do portfólio como recurso didático utilizado durante o ano foi uma experiência única, podemos perceber que a utilização da tecnologia a favor tanto dos professores como dos alunos é uma importante ferramenta além de ter mostrado o interesse da maioria dos alunos.

A professora soube encaminhar as atividades, agendar entregas de trabalhos, visualizar postagens e posteriormente fazer as avaliações bimestrais, ela também produziu um blogger com o endereço de todos os portfolios dos alunos, além disso contribuía com informações sobre o ensino disponibilizando para todos nos.

As aulas se tornaram uma espécie de troca de informações entre alunos ( futuros professores ) e a docente, as aulas eram dinâmicas, construtivas e além de tudo tornaram-se disponíveis na internet.

A experiência vivida este ano foi bastante interessante e certamente utilizarei em minha vida profissional, claro que acompanhando as novas tecnologias.

domingo, 11 de novembro de 2007

Aula Simulada.


PLANO DE AULA.

Escola:

Disciplina: Geografia

Série: 7ª Turma: Período:

ASSUNTO: Globalização.

Introdução.

Explicar, o fenômeno globalização definindo-o e explicando quando começou, assim como quais são suas principais características que são a homogeneização dos centros urbanos, a expansão das corporações para regiões fora de seus núcleos geopolíticos, a revolução tecnológica nas comunicações e na eletrônica, a reorganização geopolítica do mundo em blocos comerciais, a hibridização entre culturas populares locais e uma cultura de massa universal,e mostrar suas conseqüências no mundo atual e enfatizando o caso brasileiro.

Pré – requisitos necessários ao aluno.

- Noções sobre o que é capitalismo, suas características principais e seu desenvolvimento;

- Noções básicas sobre paises subdesenvolvidos e desenvolvidos;

Objetivos.

- Discutir o conceito globalização;

- Mostrar suas conseqüências e seus benefícios;

- Conceituar empresas multinacionais;

- Conceituar Aldeia Global;

- Apresentar as importâncias dos aspectos socioeconômicos;

- Estudar o caso brasileiro no panorama mundial;

Desenvolvimento.

- Fazer levantamento prévio das concepções dos alunos, questionando-os sobre o tema;

- Promover uma exposição dialogada incentivando os estudantes a participarem e comentarem sobre o assunto apresentado;

- Estabelecer relação do assunto com a realidade dos alunos;

- Explicar o que é globalização;

-Quais são os paises desenvolvidos e não desenvolvidos e qual a relação socioeconômica entre eles;

- Identificar através das pirâmides etárias quais são os países desenvolvidos e os países subdesenvolvidos;

- Pedir a leitura do texto disponível no site http://www.geniodalampada.com/trabalhos_prontos/geografia10.htm (Anexo 1 ), para a próxima aula;

Recursos Didáticos

- Quadro negro;

- Giz;

- Livro didático;

- Rádio;

- Cd ( Gilberto Gil);

- Mapa.

- Retroprojetor.

Tempo:

1 aula (50 minutos)

Avaliação:

- A avaliação vai ser feita através de exercícios no qual os alunos deverão fazer relação da música do Gilberto Gil, Pela Internet, com a aula e a elaboração de um texto no máximo 15 linhas com base na música. (Anexo 2).

Bibliografia.

GIL, Gilberto. Pela Internet.São Paulo: Lyrics, 1997. 1 CD ( 53 min.).

O que é Globalização. Disponível em

<http://www.geniodalampada.com/trabalhos_prontos/geografia10.htm> . Acesso em 10/10/2007.

PIFFER, Osvaldo. As Américas no Contexto Mundial. São Paulo. IBEP. P. 106 – 108. 2001.

ANEXO 1.

O QUE É GLOBALIZAÇÃO

Globalização é o conjunto de transformações na ordem política e econômica mundial que vem acontecendo nas últimas décadas. O ponto central da mudança é a integração dos mercados numa “aldeia-global”, explorada pelas grandes corporações internacionais. Os Estados abandonam gradativamente as barreiras tarifárias para proteger sua produção da concorrência dos produtos estrangeiros e abrem-se ao comércio e ao capital internacional. Esse processo tem sido acompanhado de uma intensa revolução nas tecnologias de informação - telefones, computadores e televisão.

As fontes de informação também se uniformizam devido ao alcance mundial e à crescente popularização dos canais de televisão por assinatura e da Internet. Isso faz com que os desdobramentos da globalização ultrapassem os limites da economia e comecem a provocar uma certa homogeneização cultural entre os países.

CORPORAÇÕES TRANSNACIONAIS

A globalização é marcada pela expansão mundial das grandes corporações internacionais. A cadeia de fast food McDonald’s, por exemplo, possui 18 mil restaurantes em 91 países. Essas corporações exercem um papel decisivo na economia mundial.

Segundo pesquisa do Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade de São Paulo, em 1994 as maiores empresas do mundo (Mitsubishi, Mitsui, Sumitomo, General Motors, Marubeni, Ford, Exxon, Nissho e Shell) obtêm um faturamento de 1,4 trilhão de dólares. Esse valor eqüivale à soma dos PIBs do Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Uruguai, Venezuela e Nova Zelândia.

Outro ponto importante desse processo são as mudanças significativas no modo de produção das mercadorias. Auxiliadas pelas facilidades na comunicação e nos transportes, as transnacionais instalam suas fábricas sem qualquer lugar do mundo onde existam as melhores vantagens fiscais, mão-de-obra e matérias-primas baratas. Essa tendência leva a uma transferência de empregos dos países ricos - que possuem altos salários e inúmeros benefícios - para as nações industriais emergentes, com os Tigres Asiáticos. O resultado desse processo é que, atualmente, grande parte dos produtos não tem mais uma nacionalidade definida. Um automóvel de marca norte-americana pode conter peças fabricadas no Japão, ter sido projetado na Alemanha, montado no Brasil e vendido no Canadá.

REVOLUÇÃO TECNOCIENTÍFICA

A rápida evolução e a popularização das tecnologias da informação (computadores, telefones e televisão) têm sido fundamentais para agilizar o comércio e as transações financeiras entre os países. Em 1960, um cabo de telefone intercontinental conseguia transmitir 138 conversas ao mesmo tempo. Atualmente, com a invenção dos cabos de fibra óptica, esse número sobe para l,5 milhão. Uma ligação telefônica internacional de 3 minutos, que custava cerca de 200 em 1930, hoje em dia é feita por US$ 2. O número de usuários da Internet, rede mundial de computadores, é de cerca de 50 milhões e tende a duplicar a cada ano, o que faz dela o meio de comunicação que mais cresce no mundo. E o maior uso dos satélites de comunicação permite que alguns canais de televisão - como as redes de notícias CNN, BBC e MTV - sejam transmitidas instantaneamente para diversos países. Tudo isso permite uma integração mundial sem precedentes.

O BRASIL E A GLOBALIZAÇÃO

Brasil quer a integração comercial de toda a América do Sul

O ano de alargamento do Mercosul - essa poderia ser a manchete de síntese da evolução do ConeSul em 1996, se fosse verdade o que a imprensa brasileira noticiou nos últimos meses. Interpretando de forma simplista- e errada- os tratados formados pelo Chile e Bolívia com o MercosulO ano de alargamento do Mercosul - essa poderia ser a manchete de síntese da evolução do ConeSul em 1996, se fosse verdade o que a imprensa brasileira noticiou nos últimos meses. Interpretando de forma simplista - e errada - os tratados formados pelo Chile e Bolívia com o Mercosul, jornais e televisões noticiaram a adesão dos dois ao bloco sub-regional liderado pelo Brasil e Argentina.

‘ Isso não aconteceu, pelo menos por enquanto. Mas foi dado o primeiro passo nessa direção: o chile e a Bolívia firmaram tratados de associação, oque significa que, sem aderir ao bloco, eles passam a aceitar regras de tarifas comerciais reduzidas no intercâmbio com os integrantes do tratado de Assunção de 1991. O passo adiante não aponta para o alargamento do Mercosul por agregações sucessivas, mas para o desenvolvimento de um processo mais complicado, que os diplomatas brasileiros apelidaram de estratégia do building blocks.

O chile esnobou o Mercosul até a pouco. “ Adios, Latinoamerica”, chegou a trombetear uma manchete de EL Mercurio, o principal diário de Santiago, resumindo uma política voltada para a Bacia do Pacífico e uma estratégia de integração do Nafta. As coisas mudaram. A solicitação de adesão à zona de livre comércio liderada pelos EUA esbarrou no colapso financeiro mexicano de dezembro de 1994. Escaldados, os parlarmentares americanos negaram a tramitação rápida da solicitação no Congresso e as negaciações continuam a se arrastar. Além disso, a abertura comercial que se espraia pela América Latina repercutiu sobre o intercâmbio exteno chileno, puxando-o devolta para o subcontinente.

A Bolívia solicitou, em julho de 1992, a adesão gradual ao Mercosul. O gradualismo boliviano está orientado para controlar um obstáculo político e diplomático: o país faz parte do Pacto Andino e Tratado de Assunção não permite a entrada de integrantes de outras zonas de comércio. Mas, no terreno da economia e da geografia, a Bolívia está cada vez mais colada ao Mercosul. O acordo recente para fornecimento de gás natural e construção de um gasoduto Brasil-Bolívia vale mais que as filigranas juridícas qie bloqueiam a adesão imediata. E as perspectivas de cooperação de todos os países do Cone Sul tendem a abrir duas saídas oceânicas regulares para a Bolívia, cuja história está marcada pela perda de portos de Atacama, na Guerra do Pacífico (1879-83).

Não é provável que o Chile ingresse plenamente no atual Mercosul, e Santiago não quer perder suas vantagens comerciais no intercâmbio com o Nafta e a Bacia do Pacífico. A Bolívia não pretende deixar o Pacto Andino entrar no Mercosul, e o Chile, com melhores razões não pretende desistir do ingresso no Nafta. O horizonte com o qual trabalham os diplomatas brasileiros é o da articulação gradual do Mercosul com os países e blocos comerciais vizinhos, com vistas á formação de uma Associação de Livre Comércio Sul-Americana(Alcsa).

Essa é a estratégia do buiding-blocks. A sua meta consiste em criar, a partir de um grande bloco comercial na América do Sul, a plataforma ideal para negociar a integração pan-americana com a superpotência do Norte. É por isso que o Brasil não tem pressa nas conversações destinadas a formação de uma super zona de livre comércio das três Américas, que foram lançadas pelo ex-presidente dos EUA, Geoge Bush, em 1990.

CONCLUSÕES E TENDENCIAS FUTURAS

O mundo já não é mais como foi o de papai. Ouve-se falar num momento que as grandes corporações americanas estão demitindo dezenas de milhares de trabalhadores de olhos azuis e tranferindo suas operações para os países morenos, de mão-de-obra mais barata.

Países tão diferentes como a Finlândia e Espanha enfrentam taxas de desemprego de quase 20%, enquanto os pequenos tigres da Ásia, como Cingapura, Taiwan e Hong Kong, ou alguns aprendizes, como Malásia e Tailândia, são apontados como modelos de agressividade econômica.

No mundo do trabalho internacionalizado o que mais há é desemprego. E quen fica à margem desse giro do capitalismo está condenado ao atraso e a miséria. Mas quem se adapta a ele nem por isso se sai bem. Vide o México, que cumpriu à risca a receita ortodoxa para integrar sua econômia ao mundo avançado e quebrou sua bolsa.

A outra faceta do processo de Globalização está na indústria. Tomem-se as dez maiores corporações mundiais:

Mitsubishi;

Mitsui;

Itochu;

Sumimoto;

General motors;

Marunbeni;

Ford;

Exxon;

Nissho

Shell;

Estas empresas faturam 1,4 trilhões de dólares, o que equivale ao PIB conjundo de:

Brasil;

México;

Argentina;

Chile;

Colônbia;

Peru;

Uruguai;

Venezuela.

Metade dos prédios, máquinas e laboratórios desses grupos e mais da metade de seus funcionários em unidades for do país de origem e 61% do seu faturamento é obtido em operações no estrangeiro.

A força dessas corporações e sua atuação geográfica mudaram o enfoque do jogo econômico. No passado, quem fazia as grandes decisões ecôeconômicas eram os fovernas. Agora são as empresas e estão decidindo basicamente o que, como, quando e onde produzir os bens e serviços utilizados pelos seres humanos.

Para conseguir preços melhores e qualidade de mais alta tecnologia em sua guerra contra os concorrentes, as empresas cortaram custos. Isto é empregos, e ainda aumentaram muito os seus índices de automação, liquidando mais postos de trabalho.

Nos estudos ecômistas, deu-se o nome de “desemprego estrutural” a essa tendência. O desemprego estrutural é um processo cruel porque significa que as fábricas robotizadas não precisam mais de tantos operários e os escritórios podem dispensar a maioria de seus datilógrafos, contadores e gerentes. Ele é diferente do desemprego que se conhecia até agora, motivado por recessões, que mais cedo ou mais tarde passavam. Os economistas apontam no desemprego estrutural um paradoxo do sistema de Globalização. Ele se ergueu para produzir coisas boas e baratas, vendidas numa escala planetária, fabricadas em grande parte por robôs, que são orientados por computadores. Mas por cortar o emprego das pessoas e sua renda não terá para quem vender seus carros reluzentes e seus computadores multimídia.

Segundo os críticos, a outra nota ruim da Globalização está no desaparecimento das fronteiras nacionais. Os governos não conseguem mais deter os movimento do capital internacional. Por isso, seu controlesobre a política econômica interna está se esgarçando. Aquebra mexicana no final de 1994 é o exemplo mais marcante dessa perda de controle. Assim que o governo desvalorizou o peso frente ao dólar, os investidores sacaram vários bilhões aplicados no país e o México precisou de um pacote de socorrodo FMI e do governo estadunidense. Os governos tamvém estão perdendo a capacidade de proteger o emprego e a renda das pessoas. Se um país estabelece uma legislação que protege e encarece o trabalho, é provavelmente excluído da lista de muitos progetos de investimento.

Há, enfim, uma perda de controle sobre a produção e comercialização de tecnologia, o que nos tempos da Guerra Fria, seria impensável. Naquela época, a tecnologia estava ligada à soberania dos países.

No espaço de duas ferações, o mundo ficou muito complicado. Os que completam 40 anos em 1997 nasceram sob o signo do SPUTINIK, a pequena bola de metal, dotada de um transmissor de rádio, que os russos na órbita terrestre pela primeira vez, detonando a corrida espacial. Naquela época um computador pesava 30 toneladas e era chamado de cérebro eletrônico. Os aviões a jato eram uma novidade e a distância entre os países, um obstáculo difícil de transpor. O Brasil não conhecia o hamburguer, não tinha indústrias automobilísticas, nen supermercados e a capital ficava no Rio de Janeiro.

A corrida espacial consumiu dinheiro maciço em pesquisa e formação de ciêntistas, e seu subproduto tangível são por exemplo o raio laser, o satélite, o video-cassete e as raquetes de tênis feitas de grafite. Ela provocou uma revolução tecnológica na qual as empresas se basearam para moldar a econômia global. Com esforço e um grau de alta ansiedade, os brasileiros estão deixando o seu isolamento para entrar nessa corrente. A ginástica pode ser cansativa e dolorida, mas há outra maneira de ingressar no futuro. Ou de não comer poeira ficando no passado. O processo econômico sempre sofreu suas criticas de adaptação, mas as próprias crises sempre produziram as soluções.

ANEXO 2.

EXERCÍCIO.

1 - Qual a relação entre o conteúdo do capítulo 27 sobre a Globalização dado em sala de aula, com a música Pela Internet do cantor e compositor Gilberto Gil ?

2- Escreva um texto sobre Globalização com base na música de Gilberto Gil. (15 linhas).

Pela Internet Gilberto Gil

Composição: Gilberto Gil

Criar meu web site

Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje

Que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé
Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer

Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes de Connecticut
De Connecticut acessar
O chefe da Macmilícia de Milão
Um hacker mafioso acaba de soltar
Um vírus pra atacar programas no Japão

Eu quero entrar na rede pra contactar
Os lares do Nepal, os bares do Gabão
Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular
Que lá na praça Onze tem um videopôquer para se jogar

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Análise de Blogs


O primeiro blog a ser analisado foi o da Marianna, ele utilizou o GPs como instrumento de ensino em seu blog ela conseguiu explicar de forma clara e objetiva o que é GPS mostrando um pouco da história, o surgimento do GPS, as novas tecnologias empregadas neste aparelho. Ela explica também como o Global Positioning Systen – GPS funciona mostrando seus conceitos básicos de funcionamento, como são geradas as informações etc.

O GPS no ensino segundo a autora o uso ainda é restrito nas escolas por ser uma tecnologia nova e cara ficando restrito ainda as escolas com mais alto poder aquisitivo. Mas ela fala da utilização destes recursos nos trabalhos de campo das escolas, práticas de ensino que utilizam este recurso além das disciplinas que utilizam deste recurso como auxilio nas aulas.

Este blog mostra de forma clara e fácil o entendimento deste recurso que é essencial para a profissão de professor de Geografia e de Geógrafo. Este blog é um local onde você achará informações necessárias para entender o que é GPS.

Disponível em : http://portifoliomarianna.blogspot.com/

O Segundo blog analisado foi o da Patrícia B. de Souza, onde ela traz um velho companheiro de orientação a Bússola,. Ela traz com uma linguagem clara e objetiva com bastante imagens dos vários tipos e modelos de bússolas alem de ser bem objetiva e clara com a explicação.

Uma parte bastante interessante deste trabalho foi a explicação da composição da bússolas dividindo em partes e explicando separadamente cada uma. A construção da bússola, feita com matérias descartáveis também tornou bastante instigante, além de mostrar passo a passo a construção deste aparelho através de imagens.

A autora de forma clara e objetiva conseguiu mostrar todas as caracteristicas deste aparelho sem tornar a pesquisa cansativa com uma linguagem fácil, acessível, e com bastantes figuras.

Disponível em: http://portfoliopatricia.blogspot.com/

segunda-feira, 3 de setembro de 2007


O termo home page, home-page ou homepage é normalmente designado para nomear a primeira página ou a página principal de um site, tendo a função de diferenciá-la das outras páginas que compõem um site. A home page seria como a capa de uma revista. Na Internet, esse termo costuma funcionar como a página introdutória do site com explicações sobre o que será encontrado nas demais páginas do site, Ela seria como o índice de um site a ser visitado.

Em tempos atuais a Internet tem ganhado destaque em ambientes educacionais, afinal, ele une som, imagem , informação e velocidade, portanto é inegável seu papel de instrumento em favor do processo de ensino-aprendizagem (principalmente levando em conta e facilidade atual de home pages serem elaboradas e mantidas).

Com esses novos métodos, e professores aptos a utilizá-los a aula ficará mais atrativa para o aluno, que sem dúvida, prestará mais atenção e conseqüentemente, aprenderá mais.

Desta maneira, colocar a imagem, a música, a internet, nas teias educacionais é uma forma de tornar mais interessantes os conteúdos ministrados, de aproximá-los de uma realidade, de um cotidiano que está, a casa momento, mais tecnológico.

A imagem é uma das formas mais bem-sucedidas que o homem criou para superar o fato angustiante de que depois do dia de hoje virá o amanhã, o seguinte, e que sua vida caminha para um fim inevitável. A imagem, assim como a música, a escultura, a arquitetura, são obras humanas concedidas para congelar e cristalizar o presente. (Filho, 1988,p9).

Por outro lado, ao elaborar uma página estar-se-á também transmitindo informações para um público (no caso da rede) mundial, sendo, preocupação com a linguagem, os textos, fotos, ética, etc.

As novas tecnologias têm como função auxiliar as mais diversas atividades da sociedade com maior agilidade e facilidade. E com a educação não haveria de ser diferente, pois principalmente o computador e conseqüentemente a Internet, auxiliam no processo de ensino-aprendizagem.

A Internet se encaixa perfeitamente aos novos rumos da educação, já que ela une som, imagem e informação e também pode auxiliar a criatividade do aluno através de softwares que estimulem a criatividade e o conhecimento. No caso da Geografia, o uso desses equipamentos auxilia a encontrar mapas geológicos, climáticos, etc., dados populacionais, figuras, etc.

Porém, de nada adianta tanta tecnologia se o professor não está apto a utilizar esses computadores. É preciso que ele esteja preparado para usufruí-lo e torná-lo aliado ao processo educacional. De forma alguma ele será substituído por essas máquinas, ele sim, deverá unir seu conhecimento à essa tecnologia, tornando-se assim, o mediador das informações disponíveis na rede.

Dessa forma, todos saem ganhando, a aula, se tornará mais dinâmica, interessante, fácil, etc, o aluno, por prestar mais atenção e por participar mais da aula, aprenderá mais, e o professor, que ganha uma aliada na tarefa de ensinar.

Assim, o uso da informática nas escolas é um dos temas mais polêmicos na educação. Diversos seminários, debates, conferências têm sido realizados com intenção de melhor discutir este tema e chegar num denominador comum.

Ensinar com a Internet será uma revolução, se mudarmos simultaneamente os modelo do ensino. Caso contrário, servirá somente como um paliativo ou uma jogada para dizer que o nosso ensino é moderno e cobrar preços mais caros nas já salgadas mensalidades. A profissão fundamental do presente e do futuro é educar para saber compreender, sentir, comunicar-se e agir melhor, integrando a comunicação pessoal, a comunitária e a tecnológica.

Alguns endereços de projetos que utilizam a educação e a home page.


http://www.usp.br/geral/cultura/EC/
http://www.lsi.usp.br/econet
http://www.magnum.com.br
http://www.kidlink.org

REFERÊNCIAS.

FILHO, C. M. Televisão. A vida pelo vídeo. São Paulo:Ed. Moderna, 1988.

VESENTINI, J. W. Brasil: Sociedade e espaço-Geografia do Brasil.São Paulo: Ática, 2001.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Fichamento de textos.


A Geografia na Escola.

O desenvolvimento e a educação gratuita se estruturou no século XIX, principalmente pelos ideais iluministas que pregavam a igualdade dos homens e fazendo com que saber ler, escrever e contar também fizesse parte dos menos desfavorecidos e não ficasse restrito aos grupos de pessoas como a nobreza e o clero. Com esse pensamento da igualdade de todos a burguesia, classe que estava em ascensão defendia a escola como um direito para todos tornando servos em cidadão. O surgimento do sistema publico de ensino se deu em uma época de transição e conquista de poder por uma classe emergente.

A geografia como disciplina, assim como a história e a língua nacional foram introduzidas no currículo de ensino para difundir as idéias e interesses de um grupo de pessoas. A geografia ensina nas escolas era a de descrição da paisagem, estudava a parte física o clima, a vegetação, o relevo sem relacionar a ação humana nesses meios. A parte humana ficava nas mãos do estado.

O berço da geografia foi na Alemanha e varias escolas que surgiram após o século XI, essas escolas contaram com vários nomes sendo alguns deles Karl Ritter e Alexander Von Humboldt alemães que trouxeram grandes avanços para a geografia tanto na questão ideológica na qual a Alemanha estava passando e o desenvolvimento desta disciplina nas universidades.

O grande desenvolvimento da geografia nasceu primeiramente para o estado e para as classes dominantes políticos e militares e a geografia desenvolvidas nas escolas era uma geografia mascarada que escondia verdadeira face da realidade.

Sugestão de aula.

Sugeria uma aula dinâmica com a participação dos alunos em forma de um júri uma parte da sala representando o estado, onde o estudo geográfico deveria fica restrito a eles para a dominação e outra parte da sala contra esta posição de possuidor do conhecimento.

FONTES, R.M.P. do A. Da Geografia que se ensina à gênese da Geografia Moderna. Florianópolis. UFSC, 1989.

Como escolher e organizar as atividades de ensino.

O texto “Como escolher e organizar as atividades de ensino” mostra as principais características que o professor deve ter na sala de aula, para um melhor rendimento do aluno na escola. As dinâmicas que o professor vai fazer com que eles se envolvam mais isto se da a partir do momento da formação do docente.

Uma maneira que não deveria utilizar como recurso na sala de aula com base neste texto seria apenas uma leitura e um trabalho por escrito, pois as idéias ficariam muito restritas, já uma discusão com base neste texto seria mais rentável no processo de ensino-aprendizagem ajudando a deixar mais claro o assunto e poder observar diferentes pontos de vista.


BORDENAVE, J.D; PEREIRA, A. M. Estratégia de Ensino-Aprendizagem. Petrópolis: Vozes, 1994.

As transformações da geografia no Brasil: Pesquisa, ensaio e formação do professor.

O desenvolvimento da Geografia no Brasil como estudo considerando os paises europeus é novo, pois foi através de estudiosos destes paises que se desenvolveu e implantou a ciência geográfica no Brasil. A faculdade de Filosofia da USP ( Universidade de São Paulo) em 1934 e o departamento de Geografia em 1946 foram os primeiros locais a institucionalizar a Geografia no pais com um grande incentivador que foi o professor francês Pierre Deffontaines.

Os professores nesta época eram pessoas que não possuíam formação na área da ciência geográfica na maioria eram formados em direito, engenharia que se interessavam em estudar aspectos relacionados à Geografia. Alguns estudiosos falam no texto que no inicio era só estudado apenas dados referentes a geografia física, os livros didáticos desta época eram de baixa qualidade segundo Delgado de Carvalho que diz que o Brasil deveria ser estudado através das regiões naturais. A nova escola que era implantada no pais a ciência geográfica sofria forte influencia das escolas francesas e alemãs pois a maior parte dos docentes tiveram esta formação.

A geografia passou por varias metodologias como a geografia tradicional, a geografia critica, a geografia quantitativa sempre acompanhando ou procurando acompanhar o desenvolvimento da sociedade.

Essas metodologias que acompanhavam pesquisadores, estudantes das universidades também foram para os bancos escolares Aroldo de Azevedo na década de 50 a 70 sobre grande influência da escola francesa produzia livros didáticos utilizando a geografia Tradicional o homem influenciando o meio natural.

Com as grandes mudanças ocorridas no mundo as áreas de interesse da geografia muda e já na década de 80 e 90 a geografia que começa a ser estudada e a geografia quantitativa o uso da matemática da estatística pois neste momento o pais passava por um processo de tecnificação, os programas de computadores e o sensoriamento remoto passaram ser estudados.

A geografia como disciplina nas escola de primeiro e segundo grau durante este tempo passou por varias etapas acompanhando as etapas da geografia feita pelo mundo. Na época da ditadura militar o ensino no pais especificamente o de geografia e historia passou a ser descartado surgindo o ensino de “Estudos sociais” com o argumento que estas duas disciplinas deveriam ser dadas em conjunto.

Com o fim da ditadura militar no pais e com a geografia critica começou a surgir nos livros didáticos assuntos com caráter social mostrando as diferenças, os diferentes tipos de influencia do homem no meio, assuntos como meio ambiente tornaram-se presentes. A década de 80 teve uma produção de livros didáticos de boa qualidade nesta mesma década também houve vários encontros para trata de assuntos relacionados a educação de geografia nas escolas, tentando fortalecer e estimular professores a adequar-se e melhorar o ensino de geografia que foi e ainda hoje em dia continua sendo um poço descriminado.

PONTUSHKA, N.N. A formação Pedagógica do professor de Geografia e as praticas de interdisciplinares. São Paulo. 1994. Tese Doutorado. USP.

Análise de Livros Didáticos.

Análise de livro 5º série.

O livro Geografia do Mundo está dividido em 10 capítulos, que discuti o Planeta Terra no geral e os continentes pertencentes ao planeta. Todos vêm acompanhados de uma ampla discussão da realidade e a diversificação do planeta. A discussão que entorna o livro, é o estudo dos territórios de cada continente e a importância e influencia que ele tem com o mundo. O livro tem como característica

a geografia critica pela grande quantidade de Geografia humana, focando sempre na desigualdade social.

O livro contém glossário, manual do professor, exercícios, textos complementares, o livro deixa a desejar com a falta de sugestão de aulas dinâmicas, práticas sendo que isso ajuda na assimilação dos alunos, falta de complementos e de sugestão de pesquisas não estão também neste livro.

Há uma grande quantidade de figuras que estão bem colocadas neste livro, grandes número de mapas, alguns gráficos. O livro apresenta algumas deficiências, mas no geral está bem munido de material teórico.

CARVALHO, Marcos B; PEREIRA, Diamantino A . C. Geografia do Mundo. São Paulo. FTD, 2005.

Análise de livros didáticos da 6º série.

O livro analisado foi escrito por Igor Moreira chamado Construindo o espaço Brasileiro. Já no sumario do livro podemos observar que ele é bem divido primeiro ele contem 8 unidades, o livro traz o tema Brasil em todas as suas características. Ela mostra a localização do Brasil no espaço mundial, chegando as especificidades de cada estado analisando tanto a parte física quanto a parte humana ou seja a parte social.

O autor utilizava muitos recursos didáticos como a utilização de figuras, mapas, tabelas, gráficos bem atraentes para melhorar a percepção e deixá-lo mais atraente. O autor também traz sugestões nos rodapés dos capítulos como sites, bibliografias, vídeos, cd-rom para auxiliar o professor e também o aluno assimilar e relacionar os fatos estudados, e ele também sugerem trabalhos e pesquisas que o professor pode aplicar na sala. Em suma o livro analisado e um bom recurso para o professor pois o autor se preocupa tanto com o aprendizado do aluno como um guia para o professor na sala de aula.

MOREIRA, Igor. Construindo o espaço brasileiro. Àtica. São Paulo. 2004.

Análise de livros didáticos da 7º série.

O livro analisando foi o do Igor Moreira da 7º série do ensino fundamental, ele traz um estudo sobre o espaço americano, o livro traz um sumário que é constituído de seis unidades e subdividido em capítulos. Primeiramente ele explica o espaço mundial para depois entrar no contexto dos países americanos, abordando os aspectos econômicos, sociais, políticos e físicos dos paises desses continentes.

É um livro que contém muitas ilustrações, mapas, fotos o que facilita a compreensão dos alunos, o livro contém ainda o manual do professor, que mostra o objetivo de cada capítulo, as respostas dos exercícios das aulas e textos complementares para auxiliar o professor. Igor Moreira segue a linha tradicional na elaboração do seu livro didático para a 7º série.

MOREIRA, Igor. Construindo o espaço Americano. São Paulo, Editora Ática,1998.


Análise de coleções de livros Didáticos 5º a 8º séries.

1- Lista de conteúdos dos livros didáticos.

Volume 1.

Noções de geografia, na unidade 1 são apresentadas características da Cartografia fazendo com que o aluno a ler e a interpretar os mapas; na unidade 2 fala sobre a Astronomia, conceituando horas, dias, semanas, meses e anos. A unidade 3 trata fala sobre a Geografia Econômica e a unidade 4 trata do aproveitamento econômico e as condições naturais da região; alem de fornecer noções de Geomorfologias, geológicas e climatológicas com a influencia do homem .

Volume 2

Estuda o Brasil; território, população, a sociedade e seus problemas, aspectos físicos, ecológicos, humanos, sociais, históricos e econômicos. Há ênfase nas regiões do país.

Volume 3.

Estudo da Geografia do mundo: divisão em continentes, noções da Teoria da Deriva Continental, Placas Continentais, Placas Tectônicas, distribuição de oceanos, a regionalização (países desenvolvidos e subdesenvolvidos) com base histórica. A segunda parte trata especificamente da América, território, regiões, aspectos econômicos, condições naturais, povoamento e destruição do meio ambiente.

Volume 4.

Trata do quadro político e econômico do mundo atual que veio se configurando desde o término da Segunda Guerra Mundial.

2 – Abordagem geográfica do autor.

A coleção é baseada na abordagem da Geografia Crítica, principalmente os volumes 2, 3 e 4.

3 – Quanto cada conteúdo é trabalhado.

O estudo dos conteúdos é bem desenvolvido, contemplando noções básicas de geografia, mundo, América e Geopolítica.

4- Críticas à obra.

A coleção do autor Melhem Adas aborda bem os conteúdos sistematizado-os para um melhor e mais completo aprendizado.


ADAS, Melhem. Geografia – O Brasil e suas regiões econômicas. São Paulo: Moderna, 2001. 3ed. Vol.2.

ADAS, Melhem. Geografia – O subdesenvolvimento e o desenvolvimento mundial e o estudo da América. São Paulo: Moderna, 2001. 3ed. Vol.3.

ADAS, Melhem. Geografia – O quadro político e econômico do mundo atual. São Paulo: Moderna, 2001. 3ed. Vol.4.


Observação de aulas.

Nos dias de hoje, o professor não é apenas aquele que transmite o conhecimento, mas, sobretudo, aquele que subsidia o aluno no processo de construção do saber. Para tanto, é imprescindível que o profissional domine não apenas o conteúdo de seu campo específico, mas que compreenda também, a rotina, os problemas e as implicações presentes em uma instituição de ensino.
Neste sentido, a observação de aulas proposta pelos cursos de formação de docentes permite a análise da situação real do processo ensino-aprendizagem, tal como ocorre em sala de aula, com características que são intransponíveis e que devem ser consideradas.

O trabalho proposto tem como objetivo estudar e caracterizar através de observação de aulas a real situação do processo ensino-aprendizagem, tal como ocorre em sala de aula, destacando os mecanismos de interação verbal professor-aluno, o nível cognitivo dos alunos, os procedimentos didáticos adotados pelo professor, motivação discente, etc.

Com base na proposta de conhecer e caracterizar os aspectos ressaltados anteriormente optou-se pela realização de observações durante dez aulas em uma escola de ensino particular, Colégio Adeventista de Londrina, localizada na Av. Universo, 184 Jd. shangri-lá no município de Londrina - PR. A observação foi realizada em varias série do ensino fundamental e médio, a escola conta com um boa infraestrutura com iluminação, ventilação, quadras cobertas, salas arejadas, biblioteca, sala de informática, quadros negros, contém anfiteatro enfim um local que atende as necessidades físicas de uma escola. Além desta estrutura, a escola tambem conta com um site onde estes alunos tem acessos as notícias, notas, informações que ocorrem na esola e algumas dicas de site relacionados a várias áreas http://www.educadventista.org.br/escolas/pr/londrina/.






Ficha de Observação das aulas.